A renúncia de Castro provoca rearranjo na estratégia do grupo bolsonarista no estado do Rio de Janeiro.
O plano inicial previa que, com a saída do governador, Douglas Ruas assumiria o comando do estado por meio de eleição indireta na Assembleia Legislativa do Rio, ganhando visibilidade e usufruindo da estrutura administrativa para impulsionar sua candidatura.
No entanto, a decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, estabeleceu a exigência de desincompatibilização com pelo menos seis meses de antecedência para candidatos ao pleito indireto. Como Ruas ocupava até semana passada cargo no Executivo, ele fica impedido de disputar.
O grupo político ainda não decidiu qual nome vai apoiar diante do novo cenário.
Com informações jota.info