O Partido dos Trabalhadores (PT) está se preparando para lançar 12 candidatos ao governo em diversas unidades da federação nas eleições de 2026. Dirigentes da sigla estão em negociações para firmar alianças com partidos do centrão, como MDB, PSD e União Brasil, em estados onde não haverá candidaturas próprias.
Os palanques do PT estarão presentes em estados como São Paulo, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí, Rondônia e Roraima. Em Goiás e Maranhão, as candidaturas ainda estão em avaliação, mas a expectativa é que o partido também se faça presente nessas regiões.
No Maranhão, a situação é mais complexa, pois o PT está considerando se deve lançar o vice-governador Felipe Camarão como pré-candidato ou se fará uma aliança, possivelmente apoiando o ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide, do PSD. A decisão ainda não foi tomada, refletindo a necessidade de uma análise mais aprofundada do cenário político local.
Em Goiás, também existem incertezas. Vários membros do partido se apresentam como pré-candidatos, enquanto a possibilidade de uma aliança com o ex-governador Marconi Perillo (PSDB) foi discutida, mas as negociações não avançaram até o momento.
Em comparação com eleições anteriores, o número de candidatos do PT deve diminuir. Em 2022, a sigla teve 13 candidatos, enquanto em 2018 foram 16. Para 2026, a expectativa é que esse número caia novamente.
Na região Sul, o PT não terá candidatos próprios. No Rio Grande do Sul, a legenda apoiará Juliana Brizola (PDT), em Santa Catarina, Gervásio Merisio (PSB) e no Paraná, o apoio será a Requião Filho (PDT). Além disso, o partido se unirá ao MDB em Alagoas e no Pará, ao PSD no Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins, e ao União Brasil no Amapá.