No último domingo, 3 de maio, a Ucrânia lançou uma série de ATAQUES com drones em diversas localidades da RÚSSIA, incluindo o porto de Primorsk, localizado no Mar Báltico. Este ataque resultou em um incêndio no local e causou danos a várias embarcações, conforme relatado pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que destacou a importância do porto como terminal de transporte de petróleo.
Zelensky afirmou que os ATAQUES resultaram em prejuízos significativos para a infraestrutura do porto, que é um dos principais pontos de exportação da RÚSSIA. Durante os ATAQUES, um petroleiro e um pequeno navio de mísseis da classe Karakurt também foram atingidos. O presidente ucraniano comentou que esses resultados são essenciais para limitar o potencial bélico da RÚSSIA.
O governador da região noroeste, Alexander Drozdenko, relatou que mais de 60 drones foram interceptados durante a noite. Ele assegurou que o incêndio no porto foi controlado rapidamente e não houve derramamento de petróleo. O porto de Primorsk tem capacidade para exportar até 1 milhão de barris de petróleo por dia e já havia sido alvo de ATAQUES anteriores.
Além dos incidentes em Primorsk, outros ATAQUES foram registrados em diferentes partes da RÚSSIA. O governador da região de Belgorod, Vyacheslav Gladkov, informou que um drone colidiu com um carro, resultando na morte de um homem de 21 anos e seu pai. Na região de Moscou, o governador Andrei Vorobyov mencionou que um ataque de drone causou a morte de um homem de 77 anos.
Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, alertou que a continuidade dos ATAQUES ucranianos pode elevar ainda mais os preços do petróleo, que já superam US$120 por barril. Ele explicou que a redução no volume de exportações poderia beneficiar financeiramente as empresas russas, aumentando a receita do Estado.
A situação se agrava com a informação de que um drone também atingiu um prédio de apartamentos na região de Smolensk, ferindo três pessoas, incluindo uma criança. Enquanto isso, tropas russas estão avançando em direção à cidade de Kostiantynivka, na região de Donetsk, segundo o principal oficial do exército ucraniano.