O Governo de Mato Grosso do Sul deu início a um importante projeto de infraestrutura no Jardim Itamaracá, localizado em Campo Grande. A partir deste mês, 22 vias da região receberão obras de pavimentação asfáltica, drenagem e recapeamento, com um investimento total de R$ 19,9 milhões por meio da Agesul.
De acordo com o secretário da Seilog, Guilherme Alcântara, o pacote de intervenções inclui a implantação de galerias de águas pluviais, a construção de meio-fio e a pavimentação das vias. Alcântara destacou que essa obra irá transformar a realidade dos moradores, solucionando problemas históricos relacionados à poeira e lama na região. "O Governo do Estado, sob a liderança do governador Eduardo Riedel, está investindo onde a população mais precisa, garantindo mais qualidade de vida e mobilidade para todos", afirmou.
Ezequiel Ricardo, vendedor que reside no bairro há 33 anos, expressou sua satisfação com o início das obras. Para ele, essa intervenção representa um atendimento a uma demanda antiga da comunidade. "Era pior antes. A gente convivia com muita lama e poeira. Com o asfalto, melhora para todo mundo, principalmente para quem precisa sair para trabalhar e para as crianças que vão à escola", ressaltou.
A expectativa é de que, com a conclusão das obras, a rotina dos moradores seja significativamente alterada. Ezequiel comentou que a situação se tornava difícil, especialmente em dias de chuva, e que a nova pavimentação trará mais conforto e dignidade para os residentes da área.
A proposta das obras abrange três quilômetros de drenagem e aproximadamente 40 mil metros quadrados de novas pavimentações, além de 53 mil metros quadrados destinados ao recapeamento e reconstrução viária. O prazo estipulado para a conclusão dessa etapa das obras é de 24 meses.
Marielle Valdonado do Nascimento, moradora do local há cerca de três anos, também vê a necessidade da obra, apesar dos transtornos temporários gerados. Ela comentou que a poeira aumentou durante as intervenções, mas acredita que a melhoria valerá a pena. "Antes era muito difícil, principalmente quando chovia. A gente não conseguia nem sair direito", destacou.