Os eleitores brasileiros irão às urnas em outubro para votar nas eleições que podem renovar até dois terços do Senado Federal. Estão em disputa 54 das 81 cadeiras do Senado, o que promete uma mudança significativa na composição da Casa Alta do Congresso.
A corrida ao Senado é uma prioridade para o bolsonarismo, que tenta garantir uma maioria e aumentar sua influência sobre o Supremo Tribunal Federal (STF). Os senadores têm a responsabilidade de analisar indicações e pedidos de impeachment contra ministros da Corte, o que torna essa disputa ainda mais relevante.
A competição deve ser acirrada, pois o entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) busca não apenas a reeleição do petista, mas também a ampliação da base aliada em ambas as Casas Legislativas. Além disso, a eleição ao Senado também é uma oportunidade para governadores que já cumpriram dois mandatos no Executivo.
Entre os nomes cotados estão os governadores Ibaneis Rocha (MDB), do Distrito Federal; Helder Barbalho (MDB), do Pará; e Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro. De acordo com a Constituição Federal, cada estado e o Distrito Federal é representado por três senadores, com mandatos de oito anos, sendo a renovação realizada de quatro em quatro anos, alternando entre um e dois terços.
Com informações cnnbrasil.com.br