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Ativistas brasileiras detidas por Israel durante missão humanitária em Gaza

Embarcação. (Foto: gazafreedomflotilla/Instagram/Arquivo/Agência Brasil)

Na última segunda-feira (18), três brasileiras, integrantes da Global Sumud Flotilha (GSF), foram detidas pelas forças de Israel. Ariadne Teles, Thainara Rogério e Beatriz Moreira de Oliveira, que fazem parte do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), estavam em alto-mar e foram levadas à Palestina ocupada. Essa ação se insere em um contexto mais amplo de tentativas de enviar ajuda à população de Gaza, frequentemente barradas em águas internacionais.

O movimento denunciou que, até o momento, cerca de 9 mil pessoas foram presas injustamente, caracterizando a situação como um quadro de “terror”, marcado pela violência de Estado. Em nota, a GSF expressou sérias preocupações sobre as condições dos detidos, mencionando relatos de sequestro ilegal em águas internacionais ocorridos em 29 de abril, que incluem padrões de tortura e violência sexual.

O Itamaraty, em conjunto com os governos de Bangladesh, Colômbia, Espanha, Indonésia, Jordânia, Líbia, Maldivas, Paquistão e Turquia, divulgou uma mensagem conjunta na qual descreve como “catastrófico” o sofrimento dos palestinos. O comunicado também classificou como “arbitrária” a detenção dos ativistas e pediu a liberação imediata dos mesmos, enfatizando a necessidade de respeito aos termos estabelecidos pelo direito internacional e humanitário.

Os representantes dos nove países ressaltaram que a repetição de ataques contra iniciativas humanitárias pacíficas demonstra um desrespeito contínuo ao direito internacional e à liberdade de navegação. Além disso, convocaram a comunidade internacional a assumir suas responsabilidades e a garantir a proteção de civis, bem como a responsabilização por essas violações.

Entre os detidos também se encontra Margaret Connolly, irmã da presidenta da Irlanda, Catherine Connelly. A detenção e a subsequente transferência forçada estão gerando repercussão na imprensa internacional. O Ministério das Relações e Comércio Exterior da Irlanda informou que irá se envolver no caso, buscando a liberação imediata das detidas e oferecendo suporte aos cidadãos irlandeses envolvidos.

Com informações midiamax.com.br

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