A cúpula do Congresso vê pouca margem para avançar com comissão diante da iminente colaboração do ex-banqueiro com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República. A avaliação é de que novos elementos irão surgir com as declarações do empresário, não de apurações legislativas. Além disso, uma eventual comissão parlamentar teria papel coadjuvante a um processo que passa a ser protagonizado pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República.
Ainda assim, os partidos de oposição já sinalizaram que continuarão a cobrar tanto o presidente do Senado Federal como o presidente da Câmara dos Deputados.
O diagnóstico, no entanto, é que o colegiado federal serviria apenas para criar fato político em ano eleitoral.
A expectativa é de que as novas informações fornecidas pelo banqueiro ajudem novas fases da Operação Compliance Zero, sobretudo relacionadas a um eventual esquema de pagamento de propinas à classe política.
Com informações cnnbrasil.com.br