RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Flávio Bolsonaro planeja divulgar propostas para superar crise de imagem

Foto: PF cobrará caso “Dark Horse” em delação de Vorcaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que se posiciona como pré-candidato à Presidência, decidiu antecipar a divulgação de partes de seu plano de governo. A medida visa enfrentar a crise gerada pela divulgação de conversas e um encontro com Daniel Vorcaro, ex-proprietário do Banco Master.

Nos próximos dias, Flávio deverá reforçar sua defesa pela redução da maioridade penal e apresentar propostas voltadas para a segurança pública, tema que figura entre as principais preocupações do eleitorado. Além disso, o senador planeja criticar a execução do Orçamento Público e pode defender uma revisão da reforma tributária, que inclui a possibilidade de suspender por até um ano a legislação aprovada durante o governo Lula.

A decisão de antecipar a apresentação das propostas foi tomada pelos estrategistas da pré-campanha, que buscam reverter o desgaste de imagem que Flávio enfrenta após a divulgação do áudio e das mensagens. Inicialmente, a equipe acreditava que seria mais prudente manter o plano de governo em sigilo até a oficialização da candidatura, para evitar ataques de adversários.

Com a crise em foco, a nova estratégia é lançar um anúncio semanal que traga novidades ao debate político. O objetivo é que, ao compartilhar suas propostas para um potencial governo, Flávio possa desviar a atenção de sua relação com Vorcaro. O senador afirmou que o contato com o empresário se restringiu a um pedido de patrocínio para o filme "Dark Horse", que retrata a vida de Jair Bolsonaro.

Já nesta terça-feira (19), Flávio criticou a proposta de fim da escala 6×1, afirmando que a oposição apresentará uma nova sugestão sobre a jornada de trabalho no Brasil. Durante sua fala na XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, ele destacou: "O Brasil se atualizou, o mundo que vivemos hoje não é mais o de 1943, época em que foi criada a CLT. Todos nós queremos trabalhar menos e ganhar mais, mas essa legislação está ultrapassada e pode gerar um impacto de 50 bilhões de reais por ano nos municípios se aprovada dessa maneira."

Veja também

Sete líderes partidários da Câmara dos Deputados pedem ao presidente Hugo Motta a retirada de proposta que estabelece...
Aliados do senador Rogério Marinho consideram a troca de marqueteiro de Flávio Bolsonaro uma estratégia para fortalecer sua...
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que a inflação para famílias com renda de até R$...