A estratégia de Castro busca driblar eventual cassação no julgamento que será retomado no dia seguinte. A medida evita apenas ser destituído do cargo à força pelo TSE. A continuidade do julgamento tende a ser concluída com a declaração da inelegibilidade de Castro, que estaria impedido de disputar as eleições de outubro.
As ações do TSE apontam a existência de um suposto esquema de contratações irregulares de cerca de 27 mil servidores temporários pela Fundação Ceperj. Segundo as investigações, os contratados teriam sido utilizados como cabos eleitorais durante a campanha que garantiu a reeleição de Castro ao governo do estado.
O caso começou a ser julgado pelo TSE em novembro de 2025, quando a relatora Isabel Gallotti votou pela cassação antes de deixar o tribunal. O julgamento foi interrompido por um pedido de vista de Antonio Carlos Ferreira.
Com informações cnnbrasil.com.br