RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Motorista continua preso após acidente que matou criança de 7 anos em Campo Grande

Logan destruiu Uno com batida. (Foto: Reprodução, Câmeras de Segurança)

A Justiça decidiu manter a prisão do motorista acusado de causar a morte de Miguel Nunes Alves Bezerra, de apenas 7 anos, em um acidente ocorrido no Jardim Tijuca, em Campo Grande. A negativa do Habeas Corpus (HC) foi proferida após análise do caso, que resultou na confirmação das condições de detenção do réu.

O acidente aconteceu na noite de 23 de agosto do ano passado, quando Miguel retornava de um evento religioso em um Fiat Uno junto de sua família. O veículo foi colidido pelo carro do acusado, o que fez com que o Uno fosse lançado contra o muro de uma residência. A avó do menino, Marlene Spati Pedrosa, ficou gravemente ferida e veio a falecer 45 dias após o incidente.

Após a colisão, o motorista admitiu ter consumido bebidas alcoólicas e foi preso. A defesa do acusado recorreu ao HC, solicitando a revogação da prisão preventiva, mas o pedido foi indeferido pela Justiça. Além da liberdade, foram solicitados o reconhecimento da nulidade do processo e a anulação dos atos processuais, além da redistribuição do caso a outro magistrado e a aplicação de medidas cautelares alternativas à prisão.

A Justiça, ao avaliar os pedidos, considerou que não havia nulidade nem excesso de prazo no processo. A decisão destacou a existência de indícios suficientes de autoria e a gravidade dos crimes atribuídos ao motorista, que incluem homicídio qualificado e tentativa de homicídio. A análise também levou em conta que as condições favoráveis do acusado, como a primariedade, residência fixa e vínculo empregatício, não eram suficientes para justificar sua soltura.

A decisão judicial enfatizou que a gravidade do crime e o risco à ordem pública inviabilizam a concessão de medidas cautelares diversas da prisão. "A prisão preventiva encontra fundamento na presença de prova da materialidade, indícios suficientes de autoria e requisitos do periculum libertatis", afirma um trecho da decisão.

Câmeras de segurança registraram o momento da colisão, que resultou em ferimentos graves para Marlene, que posteriormente foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada à Santa Casa. Infelizmente, ela não sobreviveu aos ferimentos.

Com informações midiamax.com.br

Veja também

A edição de 2026 do Arraial de Santo Antônio está em pleno andamento, com mais de 300 voluntários...
Uma pane mecânica em um caminhão no deserto do Saara resultou na morte de 49 nigerianos que estavam...
Em um encontro inusitado, Ronaldinho e Lamine Yamal se enfrentaram em um divertido desafio de embaixadinhas. O evento,...