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Moradores de Campo Grande reclamam de festas e insegurança no Centro

mateus-andrade

Habitantes das ruas General Mello e Doutor Ferreira, localizadas na região central de Campo Grande, manifestam insatisfação em relação aos eventos realizados na área. Os moradores relatam uma série de problemas, incluindo brigas, furtos, acúmulo de lixo e som alto durante a noite, especialmente em ocasiões como o Festival da Diversidade, que ocorreu no último sábado (27).

Uma das denunciantes afirmou que as festas têm atraído pessoas em situação de rua, o que, segundo ela, contribui para o aumento da criminalidade na vizinhança. "Nosso bairro se tornou perigoso, cheio de 'noias' em nossas calçadas e pessoas bêbadas. A lei do silêncio não é respeitada, e é uma verdadeira zona todos os dias. Não podemos nem deixar nossos carros em frente de casa", comentou.

A mesma moradora expressou preocupação com a festa programada para a noite, questionando a duração do evento e como seria a sua noite, uma vez que já havia fechado as janelas de sua residência. Ela também destacou que o lixo gerado pela festa anterior ainda estava espalhado nas ruas. "Já liguei no 156, e disseram que a polícia permanece até a festa acabar, mas é nesse momento que os conflitos começam. As pessoas jogam garrafas nas nossas casas, e nossos cães ficam agitados a noite inteira com toda a gritaria", relatou.

Outro morador da rua Doutor Ferreira mencionou que a situação piorou nos últimos três anos, com relatos de som alto, vandalismo e até invasões em residências. "Na noite passada, houve uma briga em frente de casa. Ligamos para a polícia, mas nada muda", afirmou.

Uma moradora que vive próxima a uma vizinha com um bebê também se mostrou preocupada. "Por que esses eventos precisam acontecer aqui? Ninguém respeita nosso sossego. Estamos vivendo um verdadeiro tormento, e a lei do silêncio não é aplicada no centro da cidade, especialmente aqui no bairro dos Ferroviários. Temos medo de retaliação", desabafou.

Os relatos de moradores evidenciam a crescente insatisfação e a sensação de insegurança na região central de Campo Grande, levando a um clamor por uma solução que permita a convivência pacífica.

Com informações midiamax.com.br

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