Ayrton Senna da Silva recebeu uma homenagem significativa ao ser oficialmente reconhecido como Herói da Pátria. A sanção da lei Nº 15.447 ocorreu no dia 30 de junho deste ano, assinada pelo presidente Lula (PT). Esta determinação estabelece que o nome do icônico piloto de Fórmula 1 deve ser incluído no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria, um registro que se encontra no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, localizado em Brasília.
O Livro de Heróis é uma obra feita de aço, também conhecido como "Livro de Aço", que abriga os nomes de 100 personalidades que desempenharam papéis fundamentais na história do Brasil. A inclusão de novos nomes nesse livro é feita por meio de leis sancionadas pelo presidente da República.
Senna agora se junta a uma lista de heróis e heroínas que inclui figuras históricas como Anita Garibaldi, Zumbi dos Palmares, Chico Xavier, Tiradentes e Santos Dumont. Ele se torna o terceiro atleta a ser homenageado dessa forma, seguindo os passos de Adhemar Ferreira da Silva e João Carlos de Oliveira, ambos reconhecidos pelo salto triplo.
A proposta para a inclusão de Ayrton Senna foi apresentada pelo senador Marcos Pontes (PL-SP) e recebeu parecer favorável do senador Jorge Kajuru. Ayrton Senna conquistou o título de campeão mundial de Fórmula 1 em três ocasiões: 1988, 1990 e 1991. Sua trajetória, no entanto, foi interrompida tragicamente em 1° de maio de 1994, quando sofreu um acidente fatal durante o Grande Prêmio de Imola, em San Marino, aos 34 anos.
Com essa homenagem, a memória de Ayrton Senna é celebrada não apenas pelo seu talento nas pistas, mas também pelo impacto que teve na cultura e na identidade nacional brasileira. Sua inclusão no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria solidifica seu legado como um ícone do esporte e da história do Brasil.
Com informações otempo.com.br