O conflito de Israel e Estados Unidos contra o Irã chega ao seu 26º dia. O foco permanece nas negociações para um cessar-fogo, mas os discursos públicos sobre o tema são divergentes. O Irã rejeitou a possibilidade de um acordo, afirmando que as propostas dos EUA são excessivas e que não há intenção de dialogar para encerrar o conflito.
Enquanto isso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou intensificar os ataques se o Irã não reconhecer sua derrota militar. O Hezbollah também negou negociações com Israel, considerando que ceder sob ataque seria uma rendição imposta. O chefe do grupo pediu unidade contra Israel em um discurso televisionado.
Os ataques continuam em várias frentes. O Irã foi alvo de ofensivas dos EUA e também lançou novos ataques contra Israel e bases americanas no Kuwait, Jordânia e Barein. Kuwait e Arábia Saudita afirmaram ter repelido novos ataques de drones, embora não tenham especificado a origem.
Desde o início dos bombardeios, 1.094 pessoas morreram no Líbano, incluindo 121 crianças, e 3.119 ficaram feridas. Em Israel, 5.165 pessoas foram feridas desde o início do conflito, com 106 ainda recebendo tratamento. A movimentação militar dos EUA, com o envio de dois mil paraquedistas ao Oriente Médio, é vista como um indicativo de que a guerra não está próxima do fim.