RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Perícia revela divergências no caso da morte da PM Gisele em apartamento

dw387y58ztdr3c89w7hf2fxh8

A perícia realizada no apartamento onde ocorreu a morte da PM Gisele identificou várias divergências em relação ao depoimento do tenente-coronel Geraldo Leite. Foram analisadas imagens e realizado um levantamento 3D do local, que revelou discrepâncias na posição da árvore de natal e na visualização do corpo da vítima. A árvore, afirmada por Geraldo estar sobre a cama, na verdade estava ao lado do sofá, o que impossibilitou sua visão do local onde Gisele estava caída.

Outro ponto em desacordo é a localização da arma. O sargento Rodrigues, primeiro a chegar no local, declarou ter retirado a arma da mão de Gisele, enquanto Geraldo disse que ela estava no chão da sala. A perícia também encontrou vestígios de sangue a 1,54 metros de altura na janela, indicando que Gisele não poderia ter atirado contra a própria cabeça e a arma ainda permanecer na mão.

Além disso, a análise da dinâmica das manchas de sangue no corpo de Gisele contradiz a declaração de Geraldo de que ninguém havia mexido no corpo. Amostras da toalha e bermuda de Geraldo apresentaram reações químicas indicativas de sangue.

A reconstituição do crime sugere que Gisele foi abordada por trás e, durante uma tentativa de escapar, foi atingida por um disparo. Após o disparo, a arma foi colocada em sua mão direita, possivelmente para simular um suicídio.

Veja também

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou a concessão de porte de arma para diretores...
Giovana Castura Werner, de 51 anos, foi encontrada morta com um furo na cabeça na cachoeira do Inferninho....
O Mega Drift Brasil acontece em Brasília nos dias 8 a 10 de maio, 3 a 5 de...