A Copa do Mundo Feminina de 2027 contará com a participação de oito estádios brasileiros, e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está empenhada em minimizar os impactos para os clubes que cederão suas arenas para a competição. Para isso, a entidade busca elaborar um calendário que permita a disponibilidade dos campos nas datas programadas, evitando que os times tenham seus jogos como mandantes prejudicados.
As arenas escolhidas para sediar os jogos incluem o Maracanã, Neo Química Arena, Castelão, Mineirão, Beira-Rio, Fonte Nova, Arena Pernambuco e Mané Garrincha. Destes, seis são utilizados por clubes das principais divisões do futebol nacional, o que torna a questão da disponibilidade ainda mais relevante.
Em conformidade com as diretrizes da Fifa, os estádios devem estar disponíveis antes da abertura do torneio, marcada para o dia 24 de junho de 2027. A CBF já sinalizou que seu objetivo é evitar prejuízos esportivos e financeiros aos times que cederão suas instalações para os jogos do Mundial Feminino.
O cronograma estabelece que o período de uso de cada estádio começará 14 dias antes da primeira partida no local e se encerrará cinco dias após o último jogo realizado. O Maracanã, que será o palco da abertura do torneio, terá seu período de entrega iniciado em 10 de junho, antecedendo a paralisação do futebol brasileiro.
Os demais estádios terão datas específicas para entrega, dependendo da programação das partidas. A Fonte Nova, o Mané Garrincha e a Neo Química Arena receberão seus primeiros jogos no dia 25 de junho, enquanto o Mineirão, Beira-Rio e Castelão farão suas estreias no dia 26. A Arena Pernambuco terá seu primeiro compromisso no dia 27.
Quanto à indisponibilidade dos locais, apenas o Maracanã e a Neo Química Arena poderão ser utilizados para armazenar ou recolher informações, respeitando a privacidade dos usuários. A CBF continua a trabalhar em estratégias que garantam o funcionamento adequado do calendário e a proteção dos interesses dos clubes envolvidos.
Com informações otempo.com.br