RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

A presidência de João José da Costa Pimentel no Governo de Mato Grosso

image-1

Em 8 de setembro de 1849, João José da Costa Pimentel tomou posse como governador de Mato Grosso. Sua gestão, porém, foi marcada por uma série de eventos tumultuados e desventuras, especialmente no Sul do Estado. Estevão de Mendonça descreve o período como repleto de dificuldades, afirmando que Pimentel "apenas colheu mágoas e dissabores" durante sua breve passagem pela província.

Uma das tragédias que marcaram seu governo foi a perda de um filho, que atuava como oficial do exército e ajudante de ordens de Pimentel. O jovem foi morto na altura do rio Itiquira por índios bororos, um episódio que fez parte do cenário conturbado em que o governador estava inserido.

Em junho de 1850, Pimentel decidiu ordenar a ocupação militar do Fecho do Morros. No entanto, sua guarnição foi rapidamente desalojada pela força militar da República do Paraguai, que era significativamente superior em número. A força paraguaia contava com cerca de 800 homens, enquanto o destacamento brasileiro não excedia 25 praças. Este confronto resultou em uma derrota para Pimentel e contribuiu para sua destituição do cargo.

A exoneração do coronel foi uma medida adotada por conveniência política, levando à nomeação do capitão de fragata Augusto Leverger como seu sucessor. Leverger era considerado uma figura mais adequada para o cargo, especialmente sob a perspectiva do presidente Carlos Antônio Lopes, que buscava estabilizar a situação política e militar Em Mato Grosso.

O legado de João José da Costa Pimentel, embora breve, é um reflexo das complexidades e desafios enfrentados na administração da província em um período conturbado da HISTÓRIA brasileira. Suas ações e as consequências delas ilustram as dificuldades da governança em um contexto de conflitos e instabilidade.

Além disso, em 2026, Campo Grande, capital de Mato Grosso, completará 153 anos de fundação. A cidade, que em agosto celebra sua data cívica, é retratada no livro "Campo Grande 150 Anos de HISTÓRIA", do jornalista Sergio Cruz. A obra, com 468 páginas, aborda momentos significativos da trajetória da cidade, desde a guerra do Paraguai até a epidemia de covid-19, destacando a importância da memória histórica para as futuras gerações.

Com informações midiamax.com.br

Veja também

Os postulantes ao governo de São Paulo divulgaram suas estratégias para a geração de empregos, abordando desde a...
O Tocantins terá oito vagas para deputado federal nas eleições de 2026, com 1.182.768 eleitores aptos e 98...
Durante entrevista, o deputado JAMILSON Name anunciou a destinação de R$ 100 mil para IVINHEMA e comentou sobre...