O J.Ex realiza a 2ª edição do Enastic Controle entre os dias 9 e 11 de setembro, no Instituto Serzedello Corrêa, em Brasília (DF). Este Encontro Nacional de Tecnologia e Inovação das Instituições de Controle é promovido em parceria com o Tribunal de Contas da União (TCU) e visa reunir gestores, especialistas e profissionais de tecnologia de Tribunais de Contas e outros órgãos de fiscalização do Brasil.
A programação do evento, que se estende por três dias, inclui a solenidade de abertura com representantes do TCU e do J.Ex, palestras que abordarão o impacto das inovações tecnológicas na fiscalização, painéis de debate sobre os desafios de liderança em um contexto digital, além de apresentações de casos práticos de sucesso e exposições de empresas de tecnologia parceiras.
Ademir Piccoli, advogado e CEO do J.Ex, destaca a importância de compreender a aplicabilidade da inteligência artificial antes de realizar investimentos nessa área. Ele afirma que a transformação digital nas Instituições de Controle depende mais das pessoas do que dos equipamentos, ressaltando a necessidade de entender o funcionamento dos algoritmos antes de contratar qualquer ferramenta.
Esse entendimento é corroborado por especialistas que participaram de edições anteriores, como Leandro Mattos, presidente da Neurobusiness Society e especialista da Singularity Brazil. Ele enfatizou que o maior risco atual não é a ausência de IA, mas sim o investimento sem a adoção efetiva. A capacitação tem como objetivo transformar comportamentos, engajar equipes e estabelecer uma cultura de uso contínuo, aumentando a produtividade e a eficiência operacional.
A primeira edição do Enastic Controle, realizada em agosto de 2025, contou com a participação de mais de 350 pessoas de aproximadamente 40 Instituições de Controle. Este evento também marcou o lançamento de uma obra sobre Contratação Pública de Soluções Inovadoras (CPSI), escrita por Piccoli em colaboração com Bruna Ganem e Thiago Gontijo Vieira, com prefácio do presidente do TCU.
Nesta 2ª edição, o J.Ex mantém a diretriz de aproximar o setor público da iniciativa privada, com o objetivo de acelerar a transformação digital do controle externo no Brasil de maneira segura e responsável.