A empresária paraguaia Dalia López, de 55 anos, foi presa em Assunção, acusada de falsificar documentos de identidade do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e de seu irmão, Roberto de Assis. Ela era considerada foragida e tinha um mandado de prisão em aberto desde 2020, conforme informações do Ministério Público do Paraguai.
Durante a operação de busca e apreensão em sua residência, a Polícia Nacional do Paraguai encontrou uma série de itens que podem servir como prova na investigação. Entre os objetos estavam cerca de US$ 220 mil, 440 milhões de guaranis, 20 celulares, diversos chips, malas e documentos, conforme reportado pelo jornal ABC Color.
As autoridades informaram que o quarto de Dalia estava abastecido com suprimentos e alimentos, indicando que ela evitava sair do local. A prisão foi realizada após Luis Benítez, chefe do Departamento Nacional de Tráfico de Armas, receber informações sobre seu paradeiro, o que levou a uma ação rápida devido ao risco de que ela mudasse de endereço.
Dalia López é investigada pelos crimes de falsificação de documentos públicos e associação criminosa.