O presidente Donald Trump tem aumentado as ameaças contra o Irã, visando sua infraestrutura civil, caso um acordo seja rejeitado. A pressão se intensificou com prazos alterados, levando a um ultimato final sobre o futuro das relações entre os dois países.
Em 21 de março, Trump estabeleceu um prazo de 48 horas para que o Irã liberasse o Estreito de Ormuz, sob a ameaça de ataques a instalações de energia. O prazo foi estendido em cinco dias após indícios de progresso nas negociações.
Uma nova data foi anunciada em 26 de março, com um ultimato de 10 dias que culminaria em 6 de abril. Perto dessa data, Trump reafirmou que o Irã tinha 48 horas para fechar um acordo, mantendo o prazo final no dia 6.
No dia 5 de abril, o prazo foi novamente alterado, passando para a noite de 7 de abril, com Trump alertando sobre a perda de usinas e pontes. Em conversas com jornalistas, ele declarou que o prazo era definitivo e que o Irã poderia ser “eliminado” em uma única noite, intensificando o tom de suas declarações antes do prazo final.