Hamideh Soleimani Afshar e sua filha foram detidas por agentes federais dos Estados Unidos. A ação ocorreu após o secretário de Estado, Marco Rubio, revogar os vistos de ambas. Afshar é reconhecida como uma defensora do regime iraniano.
Autoridades afirmam que, enquanto residia nos EUA, Afshar utilizava redes sociais para promover propaganda a favor do governo do Irã. Suas publicações incluíam elogios a ataques contra forças americanas e críticas aos Estados Unidos, frequentemente referidos como “Grande Satã”.
Além da prisão, o governo americano revogou o status de residente permanente legal de Afshar e sua filha. O marido dela também foi proibido de entrar no país. Recentemente, o mesmo tipo de medida foi adotado contra Fatemeh Ardeshir-Larijani e seu marido, que deixaram os Estados Unidos.
Rubio declarou que o governo não permitirá a permanência de indivíduos ligados a regimes hostis. A morte de Qasem Soleimani, ocorrida em 2020, intensificou as tensões entre os EUA e o Irã, com promessas de retaliação por parte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei.