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Candidatos ao Governo de MS reagem a polêmica entre ministros do STF

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A recente crise no Supremo Tribunal Federal (STF) provocou uma série de reações entre candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul. A situação se intensificou com a divulgação de um relatório da Polícia Federal que revela diálogos entre o ministro Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro, ex-proprietário do Banco Master, além de encontros entre auxiliares do banqueiro e o ministro André Mendonça.

Daniel Lemes, candidato pelo PCO, criticou os abusos de autoridade do STF e defendeu a proposta de eleição de juízes. Ele destacou que a situação do Banco Master não é novidade para o partido, que vê os bancos como os principais responsáveis pela exploração econômica. “Os bancos são os principais vampiros da nossa economia e da nossa riqueza. Praticamente metade ou mais do orçamento do governo federal vai para os bancos”, afirmou Lemes, ressaltando a necessidade de controle do sistema político para a manutenção desse cenário.

Fábio Trad, do PT, também se manifestou, ressaltando a importância de investigações que sejam conduzidas com independência e transparência. Trad enfatizou que todos devem ser responsabilizados, independentemente de suas posições. “Em uma democracia, ninguém pode estar acima da lei”, declarou, pedindo rigor técnico na apuração dos fatos.

Jeferson Bezerra, do Agir, concordou que o caso deve ser investigado, mas defendeu a presunção de inocência. Ele enfatizou a importância de uma investigação justa e do direito à defesa, afirmando que o povo brasileiro merece transparência nas ações políticas. “A política em que nós acreditamos é a política da honestidade, do temor a Deus e do compromisso com o povo”, disse Bezerra.

João Henrique Catan, do Novo, considerou a situação gravíssima e pediu que a investigação prossiga sem proteção a ninguém. Para ele, a crise demanda um exame profundo e isento.

Lucien Rezende, do PSOL, caracterizou o escândalo como um dos mais impactantes da história brasileira, destacando a necessidade de investigação abrangente e transparente. “Que todos — banqueiros, deputados, senadores ou ministros — sejam investigados e devidamente responsabilizados, sem exceção”, afirmou, criticando vazamentos seletivos que possam influenciar o processo eleitoral.

Com informações midiamax.com.br

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