Guilherme Carlos Canozi, de 29 anos, foi identificado como a vítima encontrada na Cachoeira do Inferninho, em Campo Grande, no último domingo (22). Ele usava tornozeleira eletrônica, e a confirmação de sua identidade ocorreu na manhã de quarta-feira (25), após o laudo do IMOL.
Agora, a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa aguarda autorização judicial para acessar o histórico do monitoramento eletrônico de Guilherme. Esse acesso permitirá o avanço das investigações sobre a sua morte.
O corpo apresentava marcas de violência, incluindo cortes nas mãos e marcas no pescoço. O delegado Roberto Morgado informou que não acredita que a vítima tenha sido jogada do penhasco, sugerindo que ele pode ter utilizado uma trilha até o local. A conclusão da perícia será fundamental para esclarecer os fatos.
O corpo foi descoberto por um grupo que praticava rapel na cachoeira. Sérgio Antônio de Melo, um profissional da área, foi um dos primeiros a avistar o corpo. A cachoeira é um local popular para atividades esportivas, especialmente nos fins de semana.
Com informações midiamax.com.br