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Delegado da Acadepol é investigado por assédio, mas denúncias não foram registradas na Deam

Foto: Delegado Wellington de Oliveira. (Divulgação Câmara de Vereadores)

As denúncias de assédio sexual e moral contra o delegado Wellington de Oliveira, realizadas por alunas do curso de formação da Acadepol, ainda não foram registradas na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). Após a revelação dos casos, o delegado entrou de férias e as alunas foram orientadas a manter as queixas apenas na Corregedoria, que investiga a conduta do servidor.

As oitivas com os alunos e alunas na Corregedoria já foram concluídas, e o delegado Clever José Fante, corregedor da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, informou que novas oitivas podem ser solicitadas. A Deam confirmou que não houve registro de ocorrência por parte das alunas até o momento.

As denúncias surgiram em todas as oito salas onde Wellington ministrou aulas, com relatos de questionamentos inapropriados e comentários desrespeitosos. Uma aluna relatou que o delegado fez perguntas sobre a possibilidade de passar um tempo em um motel, enquanto outro aluno mencionou que ele disse que elas poderiam ser “prostitutas infiltradas”.

Além do assédio sexual, também foram relatados casos de assédio moral. O delegado teria afirmado que reclamações não teriam consequências, pois ele faz parte do Conselho da Polícia. As denúncias foram encaminhadas à direção da Acadepol, que procedeu com a investigação na Corregedoria, onde todos os líderes de sala e testemunhas assinaram uma ata sobre os incidentes.

Com informações midiamax.com.br

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