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Deputado propõe melhorias na cultura e vida noturna em Mato Grosso do Sul

Deputado critica burocracia, falhas de infraestrutura e falta de planejamento —

Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, o deputado estadual João Henrique Catan fez um pronunciamento destacando a necessidade de uma política pública voltada para a cultura e a vida noturna, especialmente em Campo Grande. A declaração foi motivada pelo sucesso do evento "Cê Tá Doido", que atraiu um grande público e evidenciou tanto as oportunidades quanto os desafios enfrentados pelo setor.

Catan afirmou que o Estado possui artistas, público e uma demanda reprimida, mas carece de organização e planejamento para potencializar esses recursos. "O que falta é organização, planejamento e respeito com quem empreende e consome cultura no nosso Estado", declarou o parlamentar, ressaltando que o Governo do Estado está focado em investimentos pontuais em estruturas físicas sem implementar soluções estruturais mais eficazes.

Ele criticou o uso de verbas públicas em locações de palco, geradores e estruturas temporárias, afirmando que essas ações não são suficientes sem uma política que garanta segurança jurídica e estimule o setor cultural. "Hoje, o empresário quer trabalhar, mas encontra barreiras, multas e burocracia", enfatizou Catan.

O deputado também mencionou o show da banda Guns N' Roses como exemplo de desorganização em eventos realizados na Capital. Apesar da grandeza do espetáculo, ele apontou falhas logísticas, como o colapso no trânsito e a falta de planejamento, que podem afastar novos investimentos para o setor.

Outro aspecto abordado por Catan foi a atual legislação, em especial a chamada "lei do silêncio", que ele considera aplicada de forma desproporcional. "Um bar ou restaurante que coloca uma simples caixa de som para fora está na ilegalidade. Isso não faz sentido", defendeu, argumentando que a cultura e o lazer devem ser prioridades e não problemas.

O parlamentar sugeriu a criação de zonas específicas para eventos e uma revisão das normas que afetam diretamente o funcionamento de bares, restaurantes e produtores culturais. "Precisamos parar de agir como se o poder público fosse inimigo de quem quer investir. É o contrário: temos que facilitar, organizar e incentivar", afirmou.

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