Giovana Castura Werner, de 51 anos, foi encontrada morta na região da cachoeira do Inferninho, em Campo Grande, na terça-feira (24). O corpo da mulher estava na beira da estrada, seminua e com uma perfuração na cabeça, aparentemente causada por um tiro. No dia seguinte, o carro da vítima foi localizado no Jardim Colúmbia com marcas de sangue e um projétil de arma de fogo no porta-malas.
A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte e a autoria do crime. Giovana era descrita como uma pessoa tranquila e discreta por um conhecido que a atendia em uma oficina. Ele lamentou a morte da cliente, afirmando que ela sempre foi direta e firme em suas opiniões.
O Corpo de Bombeiros constatou o óbito no local e a Polícia Militar, a Polícia Civil e a Perícia foram acionadas. Indícios sugerem que o crime teria ocorrido em outro lugar, uma vez que não havia sangue na cena do crime. As investigações, que começaram pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, foram transferidas para a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios e de Proteção à Pessoa.
Uma amiga de Giovana informou que ela estava desaparecida desde a noite de segunda-feira (23), o que ajudou a localizar seu veículo. A tatuagem da vítima, que dizia "que seja infinito tudo aquilo que nos faz bem", também foi mencionada durante as investigações.
Com informações midiamax.com.br