RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Governo Federal toma medidas após acidente fatal em ponte de Limeira

6g53fuiisu2f3dffcxxmpzz08

A trágica morte da personal trainer Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, enquanto realizava um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo, resultou em ações imediatas do Governo Federal para restringir o acesso à estrutura. A Secretaria do Patrimônio da União (SPU) anunciou que iniciou os trâmites necessários para bloquear completamente a entrada no local e avalia a possibilidade de demolição da ponte.

A decisão foi debatida em uma reunião realizada na última terça-feira (16), onde participaram representantes da SPU de São Paulo e Brasília, além de técnicos do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. Maria Eduarda faleceu no último sábado (13), após ter sido projetada da ponte durante a atividade, sem estar devidamente conectada às cordas de segurança.

Entre as alternativas em análise pela SPU está a remoção definitiva da Ponte do Esqueleto. Contudo, a eventual demolição depende de estudos técnicos, licenças ambientais e processos administrativos. As ações iniciais, portanto, focarão em impedir o acesso ao local, com a proposta de instalar barreiras físicas mais robustas e de difícil remoção, que substituirão os bloqueios atuais, frequentemente desrespeitados.

Localizada em um trecho ferroviário inacabado da antiga Rede Ferroviária Federal, a ponte se tornou um ponto de encontro para praticantes de esportes radicais atraídos pela altura e pela vista. A discussão SOBRE o futuro da estrutura ocorre em um momento de tensão entre a União e a Prefeitura de Limeira, que recentemente se manifestou a favor da manutenção do acesso após pressão de empresários locais.

O Governo Federal, por sua vez, ressaltou que nunca autorizou atividades esportivas na ponte. Em resposta, a Prefeitura de Limeira anunciou a intenção de entrar com uma ação judicial contra a União por suposta omissão. O acidente que resultou na morte de Maria Eduarda também levou à prisão de três responsáveis pela operação, que seguem sob investigação. A defesa dos envolvidos argumenta que o grupo atuava há anos sem registros de acidentes graves e que existiam protocolos de segurança, mas não conseguiram justificar a falha na verificação da conexão das cordas antes do salto.

Além do caso de Maria Eduarda, a Ponte do Esqueleto acumula um histórico de acidentes. Em 2025, uma mulher foi encontrada morta sob a estrutura, e no mesmo ano, duas praticantes de rope jump sofreram quedas graves. Em 2024, uma ciclista de 38 anos faleceu após perder o equilíbrio enquanto atravessava a ponte. A investigação SOBRE a morte de Maria Eduarda continua, visando esclarecer as circunstâncias do acidente e determinar as responsabilidades envolvidas.

Veja também

Durante sessão na Câmara dos Deputados, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, abordou a inflação, o crescimento econômico...
A Comissão de Assuntos Sociais aprovou emendas parlamentares que permitem a contabilização de gastos do Corpo de Bombeiros...
A Secretaria de Estado de Educação convocou nutricionistas de Aquidauana, Campo Grande, Dourados e Naviraí. A divulgação foi...