A Polícia Civil investiga a morte da policial militar Gisele, com depoimentos de vizinhos revelando a dinâmica do relacionamento com o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. As testemunhas relataram discussões constantes entre o casal e um comportamento reservado do oficial.
Fabiola Diamante Gonçalves, vizinha do casal, mencionou que, embora não tenha ouvido agressões físicas, as brigas eram frequentes. Ela recordou uma discussão em que Gisele expressou a intenção de deixar a casa com a filha. Fabiola também observou um episódio incomum em que Geraldo teria tentado impedir que ela visse a vítima no elevador.
A estudante Julle Anne Gonçalves, outra moradora do andar, confirmou ter ouvido o disparo na manhã do crime e relatou o comportamento de Geraldo, que não se desculpou após estacionar o carro na vaga dela. O policial militar que atendeu a ocorrência notou um comportamento incomum do tenente-coronel após o disparo.
O médico socorrista Maurício Miname descreveu que, ao chegar ao local, Gisele apresentava um quadro crítico, mas com sinais vitais. A decisão de remover a vítima para o hospital foi tomada em consenso médico, apesar da gravidade extrema do estado dela.