A escolha de Otávio como titular na partida contra o Goiás, na noite de quarta-feira (22/4), trouxe novas discussões sobre a posição de goleiro do Cruzeiro. O técnico Artur Jorge atendeu a um pedido da torcida e deixou Matheus Cunha no banco, o que se mostrou uma decisão acertada, apesar do empate em 2 a 2 pela ida da 5ª fase da Copa do Brasil.
Mesmo com dois gols sofridos, Otávio teve uma atuação sólida, sem falhas evidentes nos lances. O primeiro gol do adversário foi precedido por uma boa defesa do camisa 81, enquanto o segundo, que entrou após um bonito chute, não pode ser considerado um erro do jovem goleiro. Durante o jogo, ele fez três defesas importantes, incluindo uma em uma finalização dentro da área e outra em uma saída de bola, além de afastar uma bola aérea.
No campo das estatísticas, Otávio acertou 21 dos 29 passes que tentou, mas teve sucesso em apenas um dos nove passes longos. Esses números ressaltam sua participação, embora ainda haja espaço para evolução no jogo com os pés.
Após o confronto, Artur Jorge comentou sobre a escolha de escalar Otávio. O treinador enfatizou que a decisão estava relacionada ao contexto do jogo e que não possui um padrão fixo para a utilização de jogadores em diferentes competições. Ele também indicou que a performance do goleiro pode influenciar as escolhas para o próximo jogo.
Antes de enfrentar o Goiás, Otávio já havia tido algumas oportunidades em 2026, durante o Campeonato Mineiro, sob o comando de Tite. Ele participou de uma derrota por 2 a 1 para o Pouso Alegre e uma vitória pelo mesmo placar contra o Tombense, além de ter entrado no Cássio.
Com a crescente confiança em Otávio, a expectativa agora se volta para a definição do goleiro titular do Cruzeiro no próximo jogo, que será válido pelo Campeonato Brasileiro. A disputa interna entre os goleiros promete ser acirrada, principalmente após a exibição positiva do jovem atleta em um momento decisivo da competição.
Com informações otempo.com.br