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Prova e acolhimento: a estratégia de MS para humanizar os exames periciais em casos

Foto: Feature image

Nem sempre a violência deixa marcas visíveis. Em muitos casos, é a perícia que revela o que não aparece no primeiro relato. Parte da história está nos detalhes. Marcas no corpo, vestígios no ambiente, sinais que precisam ser identificados e interpretados. É a partir deles que a ocorrência começa a se transformar em prova.

A atuação da Polícia Científica em Mato Grosso do Sul se inicia na cena da ocorrência, com a coleta de elementos que ajudam a compreender os fatos. O material segue para análise e pode subsidiar a identificação de vestígios biológicos e outros elementos relevantes para a investigação.

Nos exames de corpo de delito, as lesões são documentadas e os vestígios coletados. Muitas vezes, é esse registro que sustenta o que não ficou visível no primeiro momento. Nos casos de morte violenta, os exames necroscópicos contribuem para esclarecer causas e circunstâncias do óbito.

A seção do IMOL instalada na Casa da Mulher Brasileira em Campo Grande completa três anos de funcionamento e registrou crescimento no número de atendimentos ao longo dos últimos anos. Em Dourados, o atendimento integrado também ocorre por meio do Projeto Acalento, desenvolvido em parceria com a UFGD.

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