O candidato Mateus Simões, do PSD, declarou em entrevista à CNN Brasil que, em caso de reeleição como governador de Minas Gerais, seu governo não trará mudanças drásticas em relação à administração do ex-governador Romeu Zema, do Novo. Simões ressaltou que cada mandato tem suas prioridades e que, após sete anos e meio de governo, uma ruptura completa é improvável.
"Não acredito em uma ruptura completa depois de sete anos e meio no governo, o que temos é muita evolução em termos de política, que parece de forma natural. O primeiro mandato do Zema foi sobre contas em dia, o segundo, em 2022, quando fomos eleitos no primeiro turno, foi sobre emprego", afirmou o candidato.
Simões se descreveu como um gestor mais rigoroso em comparação a Zema, enfatizando que, caso seja eleito, seu foco será na geração de renda. Ele também comentou sobre sua posição nas pesquisas de intenção de voto, afirmando que ocupar o quarto lugar não é motivo para desespero, uma vez que a maioria dos eleitores ainda não decidiu sobre suas candidaturas.
"A maioria ainda não decidiu seus candidatos e nem sabe quais candidatos estão concorrendo. Eu tô em quarto lugar, mas minha situação é melhor que a do ex-governador Antonio Anastasia, quando ele era vice de Aécio Neves e foi candidato. Melhor do que ano passado com Fuad Nomam e Ricardo Nunes. Estavam com o mesmo problema, do vice que assume e até que as eleições engatem, as pessoas não percebam o que está acontecendo", avaliou Simões.
O candidato também destacou a importância de seu partido, o PSD, no cenário político atual e a expectativa de crescimento nas intenções de voto à medida que a campanha avança. A troca de ideias sobre políticas públicas e a necessidade de diálogo entre candidatos foram pontos mencionados por Simões como essenciais para uma eleição democrática e transparente.
Com o horizonte eleitoral se aproximando, a luta por espaços no Palácio Tiradentes se intensifica, e Simões se posiciona como uma alternativa sólida para os eleitores de Minas Gerais, prometendo continuidade e evolução nas políticas adotadas nos últimos anos.