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Presidente Lula nomeia nova ministra do TST em meio a aprovação no Senado

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O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva nomeou, nesta quarta-feira (6/5), a desembargadora Margareth Rodrigues Costa, do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT5) da Bahia, para ocupar o cargo de ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Esta nomeação se dá em decorrência da aposentadoria do ex-presidente do TST, Aloysio Corrêa da Veiga, que deixou a corte em setembro de 2025.

A escolha de Lula ocorreu após a desembargadora ter passado pela aprovação do plenário do Senado Federal na quarta-feira anterior (29/4), onde obteve 49 votos a favor e 22 contrários. Antes disso, Margareth Costa já havia sido aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde recebeu 17 votos favoráveis e 9 contrários. No mesmo dia, a magistrada participou de uma sabatina na comissão.

Durante a sabatina, a desembargadora destacou a relevância de sua nomeação para o cargo de ministra do TST, enfatizando a importância da representatividade feminina na magistratura brasileira. "Não chego sozinha. Eu trago, particularmente, a representatividade de muitas mulheres, mulheres muito corajosas. E de homens também, que impulsionaram toda a minha trajetória", declarou Costa.

A indicação de Margareth Costa ao TST foi feita a partir de uma lista tríplice composta exclusivamente por mulheres. Em novembro de 2025, o Pleno do TST elegeu, em votação secreta, os três nomes que compuseram a lista para a vaga, sendo eles: Margareth Rodrigues Costa (TRT5), Maria de Nazaré Medeiros Rocha (TRT da 8ª Região – PA/AP) e Márcia Regina Leal Campos (TRT da 1ª Região – RJ).

Antes da votação da lista tríplice, a Presidência do TST recebeu inscrições de oito desembargadoras e 15 desembargadores de Tribunais Regionais do Trabalho que se candidataram à vaga. Em dezembro de 2025, o presidente Lula fez a indicação de Costa para o cargo.

No Senado, a indicação da desembargadora baiana recebeu o apoio do senador Jaques Wagner (PT-BA), que é o líder do governo federal na Casa. Durante a leitura do parecer favorável, Wagner afirmou que Margareth está "amplamente habilitada para o cargo".

Com informações jota.info

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