O Atlético Mineiro, que não conta com atletas convocados para a seleção brasileira, se prepara para receber um valor significativo da Fifa devido à participação de quatro jogadores na Copa do Mundo de 2026. O torneio, que inicia em exatamente 30 dias, será realizado em um formato conjunto entre Estados Unidos, Canadá e México.
Os atletas do clube que têm a vaga praticamente assegurada no Mundial são, em sua maioria, do Equador: o lateral-direito Preciado, o volante Alan Franco e o atacante Alan Minda. O zagueiro paraguaio Junior Alonso é o único representante do Paraguai no grupo do Atlético que irá ao torneio.
A Fifa estabeleceu um Programa de Benefícios aos Clubes, que visa compensar financeiramente os times que cedem seus jogadores para a Copa do Mundo. Dentro desse programa, a entidade pagará aproximadamente 11 mil dólares por dia, o que equivale a cerca de R$ 54 mil, por cada atleta que participar do evento.
Em um cenário onde as seleções são eliminadas na fase de grupos, cada clube receberia aproximadamente 250 mil dólares, ou R$ 1,23 milhões, por jogador. Portanto, considerando essa possibilidade, o Atlético pode arrecadar quase R$ 5 milhões da Fifa, mesmo que Equador e Paraguai sejam eliminados logo na primeira fase da competição.
Caso as seleções se destaquem e avancem nas etapas do torneio, o montante que o Atlético receberá por seus atletas pode aumentar significativamente. O Paraguai está no Grupo D, juntamente com Estados Unidos, Austrália e Turquia, enquanto o Equador faz parte do Grupo E, junto a Alemanha, Costa do Marfim e Curaçao.
Com informações otempo.com.br