RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Decisão Judicial Reativa Monitoramento de Roberto Razuk com Tornozeleira Eletrônica

Roberto Razuk — Foto: Roberto Razuk (Foto: Arquivo, Marcos Morandi, Jornal Midia

O ex-deputado estadual Roberto Razuk, de 84 anos, terá que voltar a usar tornozeleira eletrônica conforme determinação judicial. A decisão ocorre menos de cinco meses depois que o empresário deixou de ser monitorado, um período que se seguiu à sua prisão em 2025 durante uma operação policial voltada para combater o jogo do bicho.

Razuk foi preso e, posteriormente, liberado para cumprir prisão domiciliar, onde passou a ser monitorado eletronicamente. Em dezembro do ano passado, o aparelho foi retirado, mas agora a Justiça impôs um novo prazo de 48 horas para que o ex-parlamentar retorne ao uso do dispositivo.

Durante a prisão de Razuk, a ex-prefeita de Dourados, Délia Razuk, comentou sobre a saúde delicada do empresário, que enfrentou cirurgias oncológicas para a remoção de tumores na bexiga e no rim. Além de Roberto, seus filhos Jorge Razuk Neto e Rafael Godoy Razuk também foram detidos e estão envolvidos no mesmo caso, sendo todos apontados como o ‘núcleo duro’ da organização criminosa que explorava o jogo do bicho em Mato Grosso do Sul.

As investigações, conduzidas pelo Gaeco, estão ligadas à Operação Sucessione, que denuncia a Família Razuk e mais 20 indivíduos por envolvimento em uma organização criminosa armada. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) acusa o grupo de liderar uma rede ilegal de jogos de azar, utilizando corrupção, lavagem de dinheiro e práticas violentas para manter o controle sobre o mercado.

A denúncia formal do MPMS inclui a solicitação de R$ 36 milhões como reparação de danos, conforme a Lei de Lavagem de Dinheiro. Os investigadores identificaram que, após a desarticulação de uma organização criminosa rival, a Família Razuk teria iniciado uma ofensiva para dominar o mercado de jogos em Campo Grande e outras localidades estratégicas, como Dourados.

Com a organização ainda ativa, o Gaeco revelou que a estrutura criminosa não só explorava atividades ilícitas, mas também usava força armada para eliminar concorrentes e garantir o monopólio do jogo do bicho na região. A situação permanece sob vigilância, à medida que as autoridades buscam desmantelar a operação criminosa que desafia a lei e a ordem pública na área.

Com informações midiamax.com.br

Veja também

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou o Projeto de Lei 4379/24, que estabelece uma...
A operação da Polícia Federal mira uma organização criminosa envolvida em tráfico internacional de drogas e lavagem de...
Com um investimento de R$ 232,9 milhões, 525 novas viaturas serão distribuídas em Mato Grosso do Sul. A...