A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) recebeu propostas para um contrato de café que supera meio milhão de reais, gerando reações diversas entre os parlamentares. Apesar das declarações de que nunca tiveram a oportunidade de experimentar o cardápio em questão, a polêmica em torno do assunto ganhou força, especialmente após a repercussão negativa na população.
Nos corredores da Assembleia, alguns deputados expressaram insatisfação com a atuação da imprensa, fazendo referências humorísticas sobre a qualidade do lanche que poderia ser oferecido. Contudo, apesar das reclamações, não houve qualquer sinal de que a revisão do certame seria considerada, e o processo segue adiante como planejado.
O Presidente da Comissão de Transportes da Câmara, Lívio, que também foi ex-presidente da CPI do Consórcio Guaicurus, destacou as semelhanças entre o relatório da comissão da Prefeitura e os trabalhos realizados no Legislativo. Ele ressaltou que a identificação de pontos comuns é um avanço significativo para a intervenção nos serviços públicos.
Lívio também parabenizou a população de Campo Grande pelo empenho em denunciar irregularidades nos serviços de transporte coletivo. Ele afirmou que essa pressão popular é crucial e necessária, destacando que a iniciativa é inédita na cidade e que a população merece reconhecimento por sua atuação.
Em outro contexto, o vereador Landmark (PT) parece ter colhido benefícios de sua visita a Brasília, que coincidiu com uma votação importante sobre a taxa do lixo. O Governo Federal anunciou a liberação de uma área para a construção de mais de 300 casas populares, uma agenda que levou Landmark ao Distrito Federal em 10 de fevereiro, em um momento que poderia ter mudado o rumo da votação.
Por fim, em um evento relacionado ao arraial da Alems, deputados receberam chapéus decorados com guloseimas, como pipoca doce e pé de moleque, itens que serão custeados com recursos públicos, gerando mais discussões sobre o uso do dinheiro dos contribuintes.
Com informações midiamax.com.br