Com o início do prazo para convenções partidárias marcado para 20 de julho e término em 5 de agosto, as articulações em torno das candidaturas à Presidência da República do Brasil para 2026 já estão avançadas. O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, confirmará sua candidatura à reeleição.
Por outro lado, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi derrotado por Lula nas eleições de 2022, não poderá concorrer em 2026 devido a sua condenação de 27 anos e 3 meses pela tentativa de golpe de Estado, além de estar inelegível. Em seu lugar, o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, foi escolhido para representar o legado bolsonarista.
Com a confirmação da candidatura de Flávio, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos, decidiu não concorrer à Presidência e optou por buscar a reeleição em seu estado. Essa mudança reflete as preferências do mercado e o alinhamento político dentro do partido.
Além disso, em março, Ratinho Júnior, que era considerado um dos potenciais candidatos à presidência pelo PSD, desistiu de sua pré-candidatura e concluirá seu segundo mandato como governador do Paraná até dezembro de 2026. Após essa decisão, o PSD anunciou Ronaldo Caiado como seu candidato à presidência, o que levou Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, a também retirar sua pré-candidatura e focar em seu mandato.
Outro fato relevante ocorreu em maio, quando Ciro Gomes, do PSDB, anunciou que não será candidato à presidência e direcionará suas atenções para a disputa do governo do estado do Ceará.
Entre os novos nomes que surgem na corrida presidencial, destaca-se Rui Costa Pimenta, presidente do Partido da Causa Operária, que possui uma longa trajetória política, tendo sido candidato à presidência em diversas ocasiões anteriores, incluindo 2002, 2006, 2010 e 2014. Ele deve se candidatar novamente em 2026.
Com informações jota.info