RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Campo Grande registra criação de mais de 3,5 mil empregos no primeiro semestre de 2026

IMG-20260708-WA0007-300x169-3

Campo Grande concluiu o primeiro semestre de 2026 com um saldo positivo de 3.541 empregos formais, de acordo com os dados divulgados na última quarta-feira (29) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego. O levantamento considerou o período de janeiro a junho e foi analisado pelo Observatório do Mercado de Trabalho da Capital.

No total, foram registradas 77.099 admissões e 73.558 desligamentos, resultando na criação de mais de 3,5 mil postos de trabalho com carteira assinada. O setor de Serviços se destacou na geração de empregos, com um saldo de 2.088 novas vagas, seguido pela Construção, que registrou 1.467 postos. A Indústria também teve um desempenho positivo, com 350 novas vagas, enquanto a Agropecuária somou 269 novos postos. Por outro lado, o Comércio apresentou um saldo negativo de 633 vagas, sendo o único setor a fechar o semestre com resultados desfavoráveis.

A análise realizada pelo Observatório do Mercado de Trabalho indica que esses números refletem a capacidade de geração de empregos em Campo Grande, impulsionada principalmente pelos setores de Serviços e Construção, que concentram a maior parte das novas oportunidades formais. O crescimento no setor de Serviços é atribuído ao aumento das atividades relacionadas à saúde, educação e serviços sociais, que representam uma parte significativa da economia local.

A Construção Civil, por sua vez, manteve um ritmo de expansão, beneficiada por investimentos em obras tanto públicas quanto privadas, além do aquecimento do mercado imobiliário. A Indústria também mostrou resultados favoráveis, indicando uma certa estabilidade na geração de empregos, enquanto a Agropecuária conseguiu manter um saldo positivo ao longo do semestre.

O resultado negativo do Comércio é atribuído a ajustes no varejo, reestruturações empresariais e à mudança no comportamento do consumo das famílias durante o período. Para o diretor-presidente da Funsat, João Henrique Lima Bezerra, os dados ressaltam a importância de políticas que promovam a empregabilidade e a qualificação profissional. Ele destacou que o saldo positivo reflete o dinamismo da economia local e a necessidade de investir na qualificação profissional, ampliando o acesso às oportunidades de trabalho e incentivando o desenvolvimento das atividades econômicas que fomentam a criação de empregos formais no município.

A Funsat, por meio da Agência de Empregos e do Observatório do Mercado de Trabalho, acompanha os indicadores de empregabilidade e implementa ações voltadas à intermediação de mão de obra, à qualificação profissional e à ampliação do acesso da população ao mercado de trabalho.

Veja também

O Ministério Público de São Paulo apresentou uma denúncia sobre uma suposta infiltração do PCC em 12 das...
Em meio a uma das maiores crises de sua história, o STF enfrenta desafios de comunicação que afetam...
Na sessão de quarta-feira (16), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul aprovou projetos que incluem a...