A indefinição em torno da candidatura de Cleitinho Azevedo pelo Republicanos tem dominado a narrativa eleitoral em Minas Gerais, conforme revelado por um monitoramento que registrou 51% das 4.764 menções analisadas entre julho e os primeiros dias de agosto de 2026. Essa incerteza não apenas afeta a imagem do senador, mas também influencia a dinâmica da corrida eleitoral no estado, com fontes de informação majoritariamente oriundas de sites de notícias (62%) e redes sociais (38%).
Além de Cleitinho, a corrida inclui outros nomes relevantes, como Alexandre Kalil (PDT) e Patrus Ananias (PT), cujas candidaturas também estão sendo observadas. O levantamento da comunicação dos pré-candidatos e a repercussão de suas ações recentes revelam um cenário em que Cleitinho se destaca como o favorito, embora sua indecisão tenha gerado expectativa entre os eleitores.
O monitoramento destaca que Cleitinho lidera o ranking de menções com expressivos 52,8%, enquanto Patrus Ananias ocupa a segunda posição com 14,5%. A análise inclui ainda outros pré-candidatos: Mateus Simões (PSD), Flávio Roscoe (PL) e Gabriel Azevedo (MDB). A Hesitação de Cleitinho, que inicialmente se retirou da disputa, mas posteriormente confirmou sua intenção de concorrer, intensificou a atenção em torno de sua figura.
Flávio Roscoe aparece em terceiro lugar com 10,7% das menções, seguido por Alexandre Kalil (10,2%), Mateus Simões (7,3%) e Gabriel Azevedo (4,5%). Apesar de Flávio e Patrus terem um número menor de menções, a análise do tom das publicações revela uma percepção qualitativa mais positiva para ambos, com 118 e 109 pontos no índice tone of voice, respectivamente. Este índice, que varia de 0 a 200, indica que suas visibilidades são predominantemente positivas.
Os demais candidatos ficaram abaixo da marca de 100 pontos: Gabriel Azevedo (91), Mateus Simões (82), Alexandre Kalil (81) e Cleitinho (54). A situação atual da corrida eleitoral em Minas Gerais também evidencia que temas importantes, como educação, segurança pública e questões fiscais, estão sendo deixados em segundo plano na comunicação dos pré-candidatos, permitindo que a indecisão de Cleitinho domine a agenda política do estado. Essa realidade reflete não apenas a hesitação de um pré-candidato, mas também a timidez nas pré-campanhas, que abrem espaço para a dúvida em torno de um único nome.