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Crescimento populacional no Brasil registra nova queda para 0,37% em 2026

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A população brasileira foi estimada em 214,2 milhões de pessoas em 1º de julho de 2023, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O crescimento populacional do país foi de 0,37% em relação ao ano anterior, indicando uma desaceleração em comparação aos 0,39% registrados no período de 2024 a 2025.

As unidades da federação com menor população estão localizadas na Região Norte, com cada uma apresentando menos de 1 milhão de habitantes. O Acre possui 887,8 mil pessoas, correspondendo a 0,41% da população total do Brasil; o Amapá tem 809,9 mil habitantes, representando 0,38%; e Roraima conta com 761 mil pessoas, ou 0,36% do total.

Os cinco municípios com menor população são Serra da Saudade, em Minas Gerais, com apenas 857 habitantes; Anhanguera, em Goiás, com 906 pessoas; Borá, em São Paulo, com 935 moradores; Araguainha, em Mato Grosso, com 989 habitantes; e Nova Castilho, também em São Paulo, com 1.070 pessoas. Juntas, essas cidades somam 26.794.771 indivíduos, o que equivale a 12,5% da população do país.

Entre os 15 municípios brasileiros com mais de 1 milhão de habitantes, Guarulhos e Campinas, ambos no estado de São Paulo, se destacam por não serem capitais estaduais, apresentando populações de 1.351.284 e 1.189.761, respectivamente. Além disso, 44,3% dos municípios brasileiros, representando 2.467 cidades, possuem até 10 mil habitantes e somam apenas 6% da população total, que é de 12,8 milhões de indivíduos.

As 27 capitais do Brasil concentram uma população de 49,4 milhões de pessoas, correspondendo a 23,1% do total. Entre as capitais menos populosas estão Palmas, no Tocantins, com 333.154 habitantes; Vitória, no Espírito Santo, com 343.935; e Rio Branco, no Acre, com 390.038 moradores. A capital que apresentou a maior taxa de crescimento entre 2025 e 2026 foi Boa Vista, em Roraima, com um aumento de 3,2%.

Por outro lado, algumas capitais mostraram queda em suas populações em relação às estimativas de 2025, como Salvador (-0,17%), Natal (-0,13%), Belém (-0,08%) e Belo Horizonte (-0,02%). O IBGE também destacou que as maiores taxas de crescimento foram observadas em Roraima, Santa Catarina e Mato Grosso, com aumentos de 3,01%, 1,54% e 1,46%, respectivamente.

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