RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Operação prendeu membro de facção que divulgou lista de alvos do PCC

MixCollage-03-Sep-2026-09-13-AM-2835

Na manhã desta quinta-feira (3), um membro de uma facção criminosa foi preso em Juscimeira, Mato Grosso, durante uma operação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS). A detenção faz parte da Operação Death List, que investiga a divulgação de listas de pessoas ameaçadas de morte, identificadas nominalmente e apresentadas em redes sociais como "decretadas" para morrer, com fotos, apelidos e cidades de residência.

A lista em questão continha 24 nomes de indivíduos ligados ao PCC, sendo que algumas das vítimas já foram assassinadas. Um dos casos mencionados foi o de Gustavo Loschiavo Araújo, de 29 anos, que foi morto a tiros em Cassilândia. Ele havia deixado a prisão recentemente e estava sob ameaça de morte por parte de integrantes de organizações criminosas. Após sua morte, sua foto foi publicada em uma rede social, marcada com um X e a palavra "eliminado".

Além de Gustavo, a lista incluía jovens de cidades como Inocência, Cassilândia e Miranda, todos considerados "jurados" pelo Comando Vermelho (CV). As publicações nas redes sociais indicam que essas pessoas não aceitaram a ideologia do CV em suas localidades. Frases como "MS é tudo nosso TD2 passa nada" e "Quem manda no MS é o CV, o certo é nois é bala" foram vistas em postagens que circularam amplamente.

Os criminosos também mencionaram diversas cidades em suas publicações, incluindo Campo Grande, Alcinópolis, Costa Rica, Três Lagoas, Dourados, Corumbá e Ponta Porã, em mensagens que enfatizavam a presença e o poder do CV na região.

O assassinato de Gustavo ocorreu enquanto ele estava no carro, após o motorista desembarcar. Um motociclista se aproximou e disparou várias vezes contra ele, fugindo em seguida. O jovem não sobreviveu aos ferimentos e as equipes do Setor de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil de Cassilândia e a perícia estiveram no local para investigar o caso.

Testemunhas relataram que Gustavo havia deixado a prisão há algum tempo e não estava envolvido com atividades criminosas desde então, mas estava sendo ameaçado por membros de facções criminosas, o que culminou em seu assassinato.

Com informações midiamax.com.br

Veja também

A plataforma Prateados apresenta um novo ecossistema voltado para consumidores com 60 anos ou mais, focando em experiências...
Com a aprovação do PLP 230/2025 pela Câmara dos Deputados, o Brasil avança na política de conectividade, mas...
Entre os dias 20 e 26 de setembro, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul terá uma...