A Rodovia Presidente Dutra (BR-116) começou a passar por obras de recuperação viária em resposta às chuvas que afetaram a região recentemente. A CCR-Motiva, concessionária responsável pela administração do trecho, informou que os serviços estão sendo realizados de forma contínua, visando restaurar as condições da via.
As chuvas intensas atingiram áreas de São Paulo e do Rio de Janeiro, o que motivou a realização de intervenções em ambos os sentidos da rodovia. Na segunda-feira (14), os trabalhos foram concentrados na pista em direção a São Paulo, abrangendo o trecho entre o quilômetro 154, localizado em São José dos Campos, e o quilômetro 228, na capital paulista.
O cronograma de obras para os próximos dias inclui várias etapas. Na quarta-feira (16), as intervenções ocorrerão na pista sentido São Paulo, do quilômetro 265 ao 303, enquanto na quinta-feira (17), o trabalho se estenderá do quilômetro 303 ao 340. Na sexta-feira (18), a recuperação será na pista sentido Rio de Janeiro, entre os quilômetros 340 e 303, seguindo no sábado (19) do quilômetro 303 ao 265.
No domingo (20), as obras ocorrerão entre os quilômetros 265 e 233 na mesma pista, e na segunda-feira (21), entre o quilômetro 225 e o 214. Na terça-feira (22), as intervenções seguirão do quilômetro 214 ao 225, e na quarta-feira (23), do quilômetro 225 ao 233.
Para garantir a segurança dos trabalhadores e a fluidez do tráfego, a CCR-Motiva implementou uma operação de comboio nos trechos onde as obras estão sendo realizadas. Durante a execução, veículos operacionais da concessionária farão a retenção temporária do tráfego, conduzindo os motoristas de maneira controlada pelos locais em obras. Essa medida tem como objetivo reduzir a velocidade dos veículos e criar uma área segura para as equipes atuarem, minimizando riscos.
A programação de trabalho está prevista para ocorrer durante todo o dia, contanto que as condições climáticas sejam favoráveis. Caso novas chuvas sejam registradas, os serviços podem ser interrompidos e retomados somente quando as condições permitirem. Para a realização das obras, a concessionária utiliza massa asfáltica fria, que pode ser aplicada mesmo em pavimentos molhados. Já a massa asfáltica quente exige que a rodovia esteja completamente seca, pois a presença de água pode dificultar a aderência do material.