RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Disputa acirrada: Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 1º turno, aponta nova pesquisa

fotomontagem-lula-flavio-perfis-jota-ca-aulucci-150x150-1

A mais recente pesquisa da Quaest indica um acirramento na corrida presidencial, com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) empatados tecnicamente no primeiro turno. Lula registra 37% das intenções de voto, enquanto Flávio aparece com 33%. O candidato Augusto Cury (Avante) apresenta uma nova queda, alcançando apenas 6%, enquanto os demais concorrentes somam 9%. A pesquisa também revela que 8% dos entrevistados estão indecisos e 7% afirmam que não votariam em nenhum candidato.

O cenário atual sugere que, a menos que uma parte significativa dos eleitores que declaram voto em Cury e nos outros candidatos menos conhecidos migre para Lula ou Flávio, o segundo turno se torna uma probabilidade crescente. No confronto direto entre os dois, Flávio Bolsonaro mantém 42% das intenções, enquanto Lula oscila positivamente para 41%. Considerando a margem de erro, Flávio pode variar entre 40% e 44%, e Lula entre 39% e 43%.

Um dos destaques desta pesquisa é a mudança na intenção de voto entre as mulheres, onde a diferença entre Lula e Flávio aumentou de 3 para 7 pontos percentuais. No entanto, entre os homens, a situação permanece estável, sem alterações significativas nas preferências eleitorais.

Entre os beneficiários do Bolsa Família, o impacto do recente aumento do benefício ainda não se refletiu de forma significativa nas intenções de voto. Contudo, um indicador revela que esses eleitores estão mais preocupados com a possibilidade de uma nova ascensão da família Bolsonaro ao poder, um sentimento que cresceu nos últimos 15 dias.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, conseguiu um avanço considerável entre os eleitores de renda mais alta, aumentando sua vantagem sobre Lula de 13 para 20 pontos percentuais. Além disso, a vantagem do senador entre os evangélicos cresceu de 23 para 30 pontos. No grupo dos católicos, a diferença permanece inalterada.

A continuidade da disputa apertada pode ser explicada pelo medo tanto da permanência do governo Lula quanto da volta da família Bolsonaro. Essa percepção já não é tão dispersa e agora se concentra em impactos negativos significativos associados à família Bolsonaro (21%), ao STF (16%) e a Lula (11%). A análise da crise revela que cada grupo político está incorporando esses elementos em suas narrativas eleitorais.

Com informações jota.info

Veja também

A nova norma da CBF estabelece uma redução gradual do número de jogadores estrangeiros nos elencos, com a...
Clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro concordam com a diminuição gradual do número de estrangeiros...
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, se declarou impedido de relatar ação que envolve sua esposa, a...