A Fifa anunciou um investimento recorde de mais de 335 milhões de dólares, equivalente a cerca de R$ 1,8 bilhão, para compensar as equipes que cederam jogadores ao Mundial realizado na América do Norte. O Manchester City foi o clube que mais se beneficiou, recebendo 4,4 milhões de euros, aproximadamente R$ 25 milhões, através do Programa de Benefícios aos Clubes, uma iniciativa da entidade para reconhecer a contribuição das equipes ao evento.
Esse valor total representa um aumento de 70% em comparação com as edições anteriores da Copa, realizadas na Rússia em 2018 e no Catar em 2022. Do total destinado, 250 milhões de dólares (R$ 1,27 bilhão) foram direcionados diretamente para compensar a presença de jogadores na competição, enquanto 100 milhões de dólares premiaram as liberações para a fase de mata-mata. O restante do montante é destinado a causas voltadas para o desenvolvimento do futebol de clubes.
De acordo com levantamento, o Manchester City lidera a lista das dez equipes que mais receberam compensações financeiras. O Barcelona e o Bayern de Munique completam o pódio entre os grandes beneficiados durante o torneio, que teve seleções disputando em gramados norte-americanos.
No cenário brasileiro, a Copa do Mundo contou com a participação de 32 jogadores do Brasileirão Série A. O Flamengo se destacou como o maior cedente de atletas, com nove convocados, gerando uma arrecadação diária de R$ 225 mil para o clube. Em seguida, o Palmeiras emplacou sete atletas, o que resultou em uma diária de R$ 175 mil.
Outros clubes brasileiros também foram representados, como o Atlético-MG, que teve quatro convocados, resultando em R$ 100 mil diários. Grêmio e Internacional, ambos com dois jogadores convocados, arrecadaram R$ 50 mil diários cada. O Athletico-PR, Botafogo, Red Bull Bragantino, Corinthians, Fluminense e Santos também contribuíram com atletas para o torneio, aumentando assim a presença do futebol brasileiro na competição internacional.
Com informações otempo.com.br