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Conflito entre EUA e Irã SE intensifica no Estreito de Ormuz

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Um confronto militar entre os Estados Unidos e o Irã voltou a ocorrer no Estreito de Ormuz, um dos principais pontos de passagem de petróleo do mundo. A situação se agravou com ambos os lados afirmando que o outro foi o responsável pelo início dos disparos.

O Comando Central das Forças Armadas dos EUA (CENTCOM) informou que suas tropas interceptaram ataques não provocados por parte do Irã, respondendo com medidas de autodefesa enquanto três destróieres da Marinha americana transitavam pelo estreito na noite de quinta-feira, dia 7.

De acordo com a mídia iraniana, Teerã lançou mísseis contra embarcações americanas na região, além de responsabilizar os Emirados Árabes por um ataque em uma área portuária na ilha de Qeshm. O CENTCOM relatou que forças iranianas dispararam múltiplos mísseis, drones e pequenas embarcações em direção aos navios dos EUA, mas garantiu que nenhum ativo americano foi atingido.

O comunicado do CENTCOM ainda destacou que as ameaças foram neutralizadas e que instalações militares iranianas, incluindo pontos de lançamento de mísseis e centros de comando, foram atacadas em resposta aos ataques. O comando reafirmou que não busca uma escalada do conflito, mas que suas forças estão preparadas para proteger os interesses americanos na região.

Antes da declaração do CENTCOM, o Irã acusou os EUA de violar um cessar-fogo em vigor ao atacar vários alvos no Estreito de Ormuz, que é um ponto central do conflito atual. Um oficial militar iraniano declarou que o exército americano, ao violar o cessar-fogo, atacou um petroleiro iraniano que navegava em direção ao estreito, resultando em uma resposta imediata do Irã, que alega ter causado danos significativos a navios militares dos EUA no leste do estreito e ao sul do Porto de Chabahar.

As tensões entre os dois países continuam a aumentar, com a situação se tornando cada vez mais volátil na região do Golfo de Omã. O conflito, que já dura anos, agora enfrenta um novo capítulo com essa escalada de hostilidades, levantando preocupações sobre uma possível nova fase de confrontos armados.

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