Após o episódio, Jorge entrou em contato com a Enel e recebeu a informação de que a religação da energia ocorreria no dia seguinte, sem um horário definido. O fornecimento foi restabelecido por volta das 16h de quinta-feira (11). Em sua declaração, Jorge expressou sua perplexidade: “Eu não entendo como uma empresa pode ter uma pessoa dessas trabalhando para eles. Tão desqualificada, que não respeita uma pessoa idosa nem uma escola. Uma pessoa sem o menor preparo para lidar com o público.”
A Enel foi contatada para fornecer um posicionamento sobre a conduta do funcionário, mas até o momento da publicação, não havia se manifestado. O espaço permanece aberto para a empresa se pronunciar sobre o caso.
Nos últimos cinco anos, a Enel tem enfrentado um número crescente de reclamações relacionadas à prestação de serviços no estado de São Paulo. Os consumidores têm apontado frequentes apagões, cobranças indevidas e cortes de energia sem aviso prévio como as principais queixas. De acordo com levantamento, a empresa está entre as mais reclamadas no Procon-SP. Em 2021, foram registradas 11.217 reclamações, número que aumentou em 70% em 2022, atingindo 19.062. Para 2023, o total de reclamações continuou a crescer, alcançando 19.609, o que representa uma média de 53 ocorrências por dia.