O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes não deve comparecer à zona eleitoral para votar no segundo turno das eleições de 2026, realizado neste domingo (25). O decano da Suprema Corte está em tratamento médico após lesionar o braço e segue em recuperação.
Com a lesão, Gilmar Mendes deve permanecer em Brasília e não vai votar. Ele tem viagem marcada para o Japão na próxima terça-feira (27) e pretende manter um tratamento intensivo nos próximos dias para que a lesão esteja curada até a data do embarque.
A votação do segundo turno segue até as 17h em todo o país. Nesta etapa, os eleitores decidem o próximo presidente da República, com disputa entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Além da eleição presidencial, cinco estados e o Distrito Federal também escolhem o próximo governador. Os candidatos são: no Acre, Mailza Assis (Progressistas) e Alan Rick (Republicanos); no Amazonas, Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL); no Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB); no Rio Grande do Norte, Allyson (União) e Cadu de Lula (PT); em Tocantins, Professora Dorinha (União) e Vicente Júnior (PSDB); e no Distrito Federal, Celina Leão (Progressistas) e Leandro Grass (PT).
No restante do país, os brasileiros votam apenas para definir o próximo presidente da República. O voto é obrigatório para maiores de 18 anos e facultativo para analfabetos, maiores de 70 anos e jovens de 16 e 17 anos que já tenham tirado o título de eleitor. Para votar, é necessário apresentar documento oficial com foto ou o e-título.