Na última segunda-feira (11), Esmaeil Baghaei, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, comentou sobre a proposta do país para finalizar a guerra com os Estados Unidos e reabrir o Estreito de Ormuz, classificando-a como "legítima e generosa". A declaração ocorreu em meio a tensões entre as duas nações, que se intensificaram ao longo das últimas semanas.
Em sua fala, Baghaei criticou as exigências impostas pelos EUA, definindo-as como "irracionais e unilaterais". A proposta do Irã visa não apenas encerrar o conflito que já dura 10 semanas, mas também restabelecer a passagem no Estreito de Ormuz, um ponto estratégico para o comércio de petróleo mundial.
A resposta do governo iraniano coincidiu com a rejeição da proposta de paz, feita anteriormente pelos Estados Unidos. O presidente Donald Trump, em um pronunciamento, descreveu a oferta iraniana como "totalmente inaceitável". Ele expressou descontentamento em relação à comunicação dos representantes do Irã em suas redes sociais.
As tensões entre as duas potências têm refletido nos mercados financeiros, com o Dow Jones Futuro apresentando queda e os preços do petróleo aumentando. O impacto econômico das relações entre EUA e Irã é acompanhado de perto, especialmente considerando a importância da região e a possibilidade de interrupções no fornecimento de petróleo devido a conflitos.
A situação permanece volátil, com o mundo observando os desdobramentos das interações entre Irã e Estados Unidos. Com a proposta ainda sendo analisada, a espera pela resposta de Washington continua gerando incertezas e especulações sobre futuras negociações e possíveis resoluções para o conflito.