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Manifestação em IVINHEMA pede reforma urgente do Colégio Agrícola da Vila Cristina

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No último sábado, dia 18, a comunidade da Vila Cristina, em IVINHEMA, se mobilizou em uma manifestação em frente ao Colégio Agrícola. O evento contou com a participação de pais, alunos e ex-alunos, que reivindicaram a reforma da escola e a continuidade do Curso Técnico Agrícola (CTA). Os manifestantes buscaram chamar a atenção do prefeito Juliano Ferro e da gestão municipal para a situação precária da unidade escolar.

A interdição do Colégio Agrícola ocorreu após uma vistoria do Ministério Público Estadual (MPE) no ano anterior, que identificou problemas estruturais graves, impedindo o seu funcionamento. Desde então, os alunos têm sido encaminhados para estudar em um salão paroquial da Vila Cristina e em outros espaços improvisados.

Durante a manifestação, os participantes ressaltaram a importância histórica e educacional do Colégio Agrícola, que atende não apenas os estudantes de IVINHEMA, mas também de cidades vizinhas. A representante do núcleo de pais, Maria de Fátima, destacou que muitos moradores acreditam que a reforma já está em andamento, mas essa informação não corresponde à realidade.

Maria de Fátima afirmou: "Estamos aqui reivindicando a reforma do Colégio Agrícola. Queremos mostrar a realidade, porque muita gente pensa que a escola está sendo reformada, mas isso não está acontecendo." Ela também enfatizou a relevância da instituição na formação dos jovens para o mercado de trabalho e para o ingresso em instituições de ensino superior.

Delvo Olivo, um morador antigo da Vila Cristina, expressou sua preocupação com a possível desativação da escola, ressaltando a grande área de 50 hectares que pertence à instituição. Ele afirmou: "Se esse colégio fechar, será um capítulo negro para IVINHEMA." Delvo também compartilhou que dois de seus filhos se formaram na escola e que a instituição é um patrimônio educacional valioso para a região.

As alunas também se manifestaram e pediram por respeito e ações efetivas. Sofia Urataki criticou a demora na reforma, clamando por providências. Henrique, um ex-aluno, relatou como a escola contribuiu para sua carreira e pediu uma resposta oficial do poder público sobre a situação atual da instituição.

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