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Papa Leão XIV completa um ano de liderança com agenda intensa e visibilidade crescente

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O papa Leão XIV completa seu primeiro ano à frente da Igreja Católica na próxima sexta-feira, 12 de maio de 2023, com uma agenda intensa e uma crescente visibilidade pública. O líder religioso, que é o primeiro papa nascido nos Estados Unidos, se destacou recentemente ao criticar a guerra e o despotismo durante uma turnê por quatro nações africanas. Além disso, ele deve lançar seu primeiro documento doutrinário aprofundado ainda este mês e está se preparando para uma viagem de uma semana à Espanha em junho.

Leão XIV, que manteve um perfil discreto nos primeiros dez meses de seu papado, passou a atrair a ira do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após criticar as ações dos EUA e de Israel na guerra contra o Irã. O papa deverá realizar cinco viagens pela Itália até julho, aumentando sua presença e atividades no cenário global. Especialistas acreditam que Leão manterá o tom enérgico que adotou durante sua visita à África, visto que o Vaticano se mostra cada vez mais preocupado com a liderança global.

O cardeal Robert McElroy, de Washington, elogiou a postura de Leão, afirmando que o papa se tornou uma voz singular em defesa da paz e da dignidade humana. McElroy destacou que o papa tem demonstrado uma disposição crescente de abordar as violações dos direitos humanos, aplicando o Evangelho de maneira específica a esses problemas.

Na quinta-feira, o papa se encontrará com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em um encontro que marca sua primeira reunião pessoal com um membro do gabinete de Trump. Essa visita foi anunciada em fevereiro, logo após a confirmação de que Leão não viajaria para seu país de origem neste ano.

O cardeal Blase Cupich, de Chicago, afirmou que a visita à ilha é uma demonstração do compromisso do papa em estar presente com aqueles que estão em situações difíceis e marginalizadas. O Vaticano ainda não divulgou a data de publicação da primeira encíclica do papa, mas espera-se que o documento aborde questões éticas contemporâneas, incluindo o avanço da inteligência artificial e os conflitos mundiais que persistem.

David Gibson, acadêmico da Fordham University, ressaltou que o papa abordará valores universais, evitando focar apenas em Trump ou em outros líderes específicos. Gibson concluiu que, se algum líder se sentir atacado pelas palavras de Leão, o problema pode estar no próprio líder e não na mensagem do papa.

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