Os parlamentares informaram que a acusação inclui o fato de que a vítima gerou um filho do deputado Alfredo Gaspar, e disseram que não forneceriam mais detalhes para proteger a identidade das vítimas. Eles também mencionaram a existência de gravações que indicam tentativas de compra de silêncio, com valores variando de R$ 70 mil a R$ 400 mil.
Além disso, Lindbergh e Soraya registraram uma notícia-crime na PF, apresentando provas que, segundo eles, poderiam ser desmentidas por um exame de DNA. Durante a coletiva, também criticaram o relatório final da CPMI do INSS, que não teria abordado adequadamente a questão.
Após as acusações, Alfredo Gaspar recorreu ao STF, movendo um processo contra os parlamentares por calúnia e difamação. Em sua defesa, os advogados de Gaspar argumentaram que ele é casado há 36 anos e sempre pautou sua vida pelos valores da fé cristã, negando veementemente as acusações feitas. A defesa ainda caracterizou as ações dos parlamentares como uma trama destinada a intimidá-lo.
No mês de abril, o ministro Gilmar Mendes, designado para o caso no STF, solicitou esclarecimentos a Soraya e Lindbergh em um prazo de 15 dias. Até o momento, a petição está sem andamento. A defesa de Gaspar, por sua vez, pediu à PGR uma investigação imediata sobre o caso, apresentando um perfil genético do deputado e colocando-o à disposição para realização de um novo exame. Em uma declaração recente, Gaspar fez um apelo para que o exame de DNA fosse realizado, reiterando sua inocência.
Com informações midiamax.com.br