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Surto de hantavírus em navio de cruzeiro provoca alerta global

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Na última quinta-feira, 7 de maio, autoridades de saúde de diversos países intensificaram esforços para conter a disseminação do hantavírus, após um surto registrado em um navio de cruzeiro. A situação se tornou crítica após a confirmação de mortes e casos suspeitos entre os passageiros do MV Hondius, que havia realizado uma parada em Santa Helena, no Oceano Atlântico Sul.

Três pessoas, sendo um casal holandês e um cidadão alemão, faleceram em decorrência do surto. Além disso, oito indivíduos, incluindo um cidadão suíço, estão sendo investigados por suspeitas de infecção pelo vírus, que é frequentemente transmitido por roedores, embora haja raros casos de transmissão entre humanos, conforme informações da Organização Mundial.

A operadora Oceanwide Expeditions relatou que todos os passageiros que desembarcaram em Santa Helena em 24 de abril foram contatados. Esses passageiros vieram de pelo menos 12 países diferentes, incluindo sete cidadãos britânicos e seis norte-americanos. O primeiro caso confirmado foi identificado no início de maio, levando as autoridades a adotar uma postura de alerta máximo.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos anunciou que está monitorando a situação de perto e assegurou que, no momento, o risco para a população americana é considerado extremamente baixo. O Departamento de Saúde Pública da Geórgia também informou que está observando dois residentes que desembarcaram do navio e que não apresentam sintomas da doença.

Informações adicionais indicam que um cidadão francês teve contato com um dos doentes, mas não apresenta sinais da infecção. A Oceanwide Expeditions está realizando um trabalho detalhado para identificar todos os passageiros e tripulantes que estiveram a bordo do navio desde 20 de março, tendo em vista que o casal holandês que morreu embarcou apenas em 1º de abril.

Na quarta-feira, a companhia aérea KLM informou que retirou uma passageira holandesa de um voo em Joanesburgo no dia 25 de abril, devido a um agravamento em seu estado de saúde. Ela faleceu antes de conseguir retornar à Holanda. A emissora RTL relatou que uma aeromoça da KLM que esteve em contato com a mulher foi hospitalizada em AMSTERDÃ com possíveis sintomas da doença. O Ministério da Saúde da Holanda não confirmou a identidade da aeromoça nem a companhia aérea, mas as autoridades holandesas estão monitorando a saúde da tripulação e dos passageiros que ajudaram a mulher falecida.

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